Instituto Histórico IMPHIC - Betim

"Sapire ut protegas, Protegere ut conserues"

Informação

GENEALOGIA

UM GRUPO DEDICADO AO LEVANTAMENTO DS INFORMAÇÕES GENEALOGICAS DOS DIVERSOS RAMOS DAS FAMILIAS ANTIGAS DA CIDADE DE BETIM

Site: http://www.betim.myheritage.com/
Local: BETIM
Membros: 13
Última atividade: 28 Ago, 2017

POR ONDE PODEMOS COMEÇAR?

Antes de 26/03/1846, a maior parte dos indivíduos era registada na Villa Real de Sabará e a maioria dos registros de nascimentos e mortes eram feitos pela Igreja Católica, depois disso passou-se a fazer em Sta. Quiteria e so em 01/01/1939 que instalou-se o município de Betim, portanto é necessario conhecer as paróquias e não somente os cartorios afim de identificar onde os registros foram feitos.

Para iniciar a pesquisa genealógica é fundamental recolher informações junto de familiares: nomes, datas, locais, histórias, fotografias…
Depois desta recolha, deverá dirigir-se ao Registo Civil correspondente, ou Arquivo Regional, onde poderá efectuar as pesquisas conducentes à descoberta dos antepassados.
Os documentos base para a pesquisa genealógica são:
• Registros de batismo
• Registros de casamento
• Registros de óbito

Estes documentos foram sendo alterados, ao longo dos séculos, na sua redação e na informação veiculada.

Nossa pretenção aqui é disponibilizar informação recolhida a todos os interessados nesta temática: cidadãos e organizações, além de motivar a população para a descoberta das suas origens e da sua história local. Também queremos permutar informação genealógica com outros indivíduos, comunidades e organizações cujo objeto de estudo perpasse pela genealogia das familias betinenses. Outo objetivo deste grupo de trabalho é proceder à elaboração de instrumentos de pesquisa, tais como índices, guias, inventários e outros tipos de publicações, assim como estabelecer contactos com outras organizações congéneres, partilhando e permutando o conhecimento.

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Comentário de Charles Moraes de Lima em 28 abril 2009 às 1:34
Relação de familias tradicionais de Betim:
Nogueira Duarte,
Lara,
Troycho,
Melgaço,
Zeferino de Freitas,
Prado Poze,
Franco do Amaral,
Braga,
Diniz,
Ferreira,
Ribeiro,
Bráz,
Ângelo do Pinho,
Melo,
Trigueiro,
Fonseca,
Resende,
Pedrosa,
Barbosa,
Aguiar,
Peres,
Gontijo,
Carvalho,
Moraes,
Rosa,
Teodoro,
Debian,
Alvarenga
Comentário de Charles Moraes de Lima em 1 fevereiro 2009 às 17:30
seja bem vinda aqui tbm cris
Comentário de cristina em 1 fevereiro 2009 às 16:08
Oi zinho, mto obrigada pelo convite!
Comentário de HELENA em 23 janeiro 2009 às 12:55
nao, quando o cara lá (matias cardoso) chegou na entrada do sao francisco em minas, ele fundou um povoado a que deu o nome de morrinhos, to tentando achar a data, mais nao ta dando certo....

perae que eu vou achar

eu li isso em varios livros um deles esse do diogo de vasconcelos
voce tem esse livro charles?
Comentário de Charles Moraes de Lima em 23 janeiro 2009 às 12:54
Ou esta ligada a Matias cardoso? Se for, existe um texto do João Batista de Almeida costa que diz o seguinte:
A cidade de Matias Cardoso, e obras da historiografia brasileira que tiveram como temática o bandeirismo paulista e baiano. No momento atual do conhecimento do passado das sociedades não há como se debruçar apenas sobre uma dessas possibilidades, havendo a necessidade de articulá-las para que se possa conhecer não apenas a história das camadas dominantes porque escritas em documentos, mas também a história das camadas subordinadas para se ter a possibilidade de uma apreensão mais global dos acontecimentos verificados em tempos imemoriais.

Os reflexos da memória social, um olhar que ilumina o "esquecido".

Há na cidade de Matias Cardoso uma visão sobre o bandeirante paulista de mesmo nome, bastante diferenciada daquela construída pela historiografia brasileira e que, alimentada pela memória oral, vem sendo transmita entre as gerações de matienses. Esta é uma estratégia utilizada para afirmar o "esquecimento" da localidade e da região produzido pelo afastamento simbólico da centralidade da exploração aurífera em Minas Gerais.
Ligado pela memória oral à fundação do antigo povoado de Morrinhos e à construção da igreja desde sua chegada, Mathias Cardoso de Almeida veio, trazendo um grupo de negros, de Porto Seguro, junto com outros brancos entre eles portugueses. Instalou-se primeiramente na margem do rio Verde Grande, mas a área onde começou a ser implantado o arraial foi inundada por uma cheia do rio, levando-o a transferir a construção do mesmo para outro lugar nas margens do rio São Francisco. Novamente uma enorme cheia invadiu o arraial em construção. Conversando com outros membros de seu grupo, o fundador perguntou: "o que nós vamos fazer?" Outros disseram: "agora que a gente não pode mais ficar lá em baixo e nós estamos aqui em cima e como nós estamos tirando pedra e cal e fazendo tijolos aqui, vamos ficar por aqui mesmo". O arraial e sua igreja foram então construídos, em um lugar mais elevado, nas proximidades de três morrinhos dando origem a atual cidade e que serviu do topônimo ao arraial nascente. Seu Francisco Cardoso, narrando a história da raiz da cidade também informa que "o grupo que chegou de Porto Seguro começou a construir essa igreja daqui e quem terminou sua construção foi um parente meu, dos antigos, Januário Cardoso".

A história da raiz se contada pelos moradores, informa que seu fundador e construtor inicial da igreja foi realmente o Mestre de Campo Mathias Cardoso de Almeida, que por três momentos distintos deu início à construção do arraial e da igreja de Nossa Senhora da Conceição, devido às cheias do rio Verde Grande e do rio São Francisco que impediam a complementação da empreitada. Enquanto que na históriografia, Diogo de Vasconcelos (1900), Urbino Viana (1935), Affonso de Taunay (1948) e Brasiliano Braz (1977) informam que o arraial de Mathias Cardoso não coincide com o arraial de Morrinhos, que teria sido fundado e construído inicialmente por Januário Cardoso, assim como a sua igreja. Para Salomão de Vasconcellos (1944) e Simeão Ribeiro Pires (1979) há coincidência com a narrativa guardada pela memória oral dos matienses. Como não tenho intenção de esclarecer esse imbróglio, apenas informo ao leitor essa questão discordante entre historiadores e destes com a memória local.

Tão logo se viu que a nova posição do arraial estava imune a inundações, deu-se início a sua construção e da igreja, efetivada sobre as ordens de Mathias Cardoso de Almeida, que também mandou erguer um enorme muro de pedras com aproximadamente quatro metros de altura e cujos fragmentos ainda eram encontrados por volta dos anos 1960. Todo o trabalho foi realizado com mão-de-obra de pretos e de caboclos1 aprisionados em seus confrontos com o grupo fundador em suas andanças pelas matas da região. E também pelo aprisionamento daqueles que se aventurassem a percorrer o rio São Francisco, descendo ou subindo de canoa e que vistos, ao longe, do posto de observação em cima de um dos morrinhos, possibilitava acionar um grupo armado para aprisioná-los. Quando os negros e caboclos escravizados não estavam mais produzindo aquilo que deles se esperava, eram jogado vivos numa das lagoas existentes dentro da área delimitada pelo murro de pedras e cujo nome, Lagoa das Piranhas, informa a morte cruel desses infelizes.

Ao mesmo tempo, Mathias Cardoso mandou cavar vários túneis que possibilitariam a fuga em caso de ataque ao arraial. Se pegos de surpresa dentro do próprio arraial, havia um túnel que ligava a casa principal à igreja. Esta foi construída numa concepção que conjugava sua função religiosa com a de um forte, nela há diversos seteiros2, propícios à sua defesa, e posicionado como o último bastião a cair para que os moradores de Morrinhos fossem vencidos. E mesmo se vencidos, havia um segundo túnel que passando por baixo do rio São Francisco possibilitaria a fuga para o outro lado do mesmo rio até uma colina aí existente. E, finalmente, um terceiro túnel que unia o arraial de Morrinhos ao arraial de Pedras de Baixo. Em uma semana santa, uma dentre tantas quando todos os paulistas e baianos povoadores brancos dos Currais da Bahia se encontravam anualmente, Mathias Cardoso conheceu a Maria da Cruz, casada com seu parente3 e moradora do segundo povoado. Apaixonaram-se um pelo outro e decidiram cavar um túnel que possibilitasse os seus encontros sem que ninguém soubesse. Para guardar o segredo, todos aqueles que trabalhassem na sua construção seriam depois mortos. De uma das grutas existentes nos morrinhos, o Mestre de Campo direcionou o seu túnel para Pedras de Baixo e Maria da Cruz, a partir de um quatro em sua casa da fazenda, em direção a Morrinhos, até que se encontram um com o outro. Por esse túnel com aproximadamente duzentos quilômetros, os dois se visitavam e na ocasião levavam em seus bornais rapadura, farinha, paçoca de carne seca, frutas e água para se alimentarem. No meio do caminho entre os dois lugares, dentro do túnel, se encontravam e passavam dias namorando. Dessa paixão secreta nasceu um filho que junto com a mãe foi um dos líderes da Conjuração Sanfranciscana em 1736.

Do ponto de vista do prestígio, o bandeirante era mais reconhecido, em seu tempo, na Capitania da Bahia que na vila de São Paulo, levando-o possivelmente a freqüentar a então capital do Brasil. Há, também, a opção apresentada por Salomão de Vasconcellos (1944) e por Simeão Ribeiro Pires (1979) de que no atual território norte mineiro, paulistas e baianos tenham se congraçado para a consolidação social e econômica dos então Currais da Bahia. Com o florescimento do arraial nos tempos antigos, no princípio do Brasil, Morrinhos tornou-se um porto comercial muito forte comandado pelo Mestre de Campo Mathias Cardoso. Ele, seus parentes e amigos tinham muitas fazendas por toda a volta na área, eu cheguei a ver os alicerces de muitas delas. A riqueza de Morrinhos era tamanha devido ao comércio daqui com Salvador e depois com Goiás e Mato Grosso. As mercadorias chegavam aqui por barco, usando o rio, e por tropas que iam e vinham de Tranqueiras na Bahia. Mas aí, São Paulo e Rio de Janeiro, porque ficavam no litoral, começaram a se desenvolver e o comércio de Morrinhos acabou e começou a dar para trás e o povo foi embora, só ficando aqui os que não queriam trabalhar duro.

Assim, o senhor Mazin narra o auge e a decadência de Matias Cardoso, ao mesmo tempo em que informa a existência de uma organização social baseada em laços de parentesco e amizade entre os primeiros povoadores dos, então, chamados Currais da Bahia, atualmente Norte de Minas. Nesse sentido, em seu pequeno ensaio de bandeirologia, Cassiano Ricardo informa a base a partir da qual se organizavam as bandeiras paulistas, dentre elas a dos povoadores do território norte mineiro. Para ele "a bandeira é o primeiro grupo em que se operam na colônia a solidariedade social mais ampla do que a da família, não faltando exemplos do seu feitio nitidamente comunitário" (1956: 66).
Comentário de HELENA em 23 janeiro 2009 às 12:52
nao tem nao...
voce conhece o presidente do instituto?
ele é super legal.... a gente sempre se encontra lá na AMANS....

aqui, voce vai fazer aquele seminario lá de ouro preto....
eu queria ir demais, mais so vo se voce for...
Comentário de Charles Moraes de Lima em 23 janeiro 2009 às 12:48
a qual regiao pertence Morrinhos? Por acaso teria algo haver com o município do Prata (antigo Distrito de Nossa Senhora do
Carmo dos Morrinhos) , Região do Triângulo Mineiro, MG?
Comentário de Charles Moraes de Lima em 23 janeiro 2009 às 12:43
Helena, segundo o vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros, Sr. Fernando Xavier Brito, O livro de Joaquim Ribeiro da Costa, "Toponímia de Minas Gerais", publicado em 1970, enfoca a formação da divisão territorial de Minas Gerais, em municípios e distritos.

O livro traz a GENEALOGIA dos municípios mineiros, gerados a partir de sucessivos desmembramentos dos territórios originais de Mariana, Ouro Preto e Sabará, os três primeiros, fundados em 1711.

Referente a Montes Claros ele diz que "Montes Claros era o nome de uma fazenda de propriedade de Antonio Gonçalves Figueira, conforme registra o historiador Diogo de Vasconcelos, em seu livro "HISTÓRIA ANTIGA DE MINAS GERAIS". Dai a povoação que se juntou, em torno da fazenda, formou um arraial, tempos depois, elevado à vila, por decreto imperial de 13 de outubro de 1831, com o nome de Vila de Nossa Senhora da Conceição e São José das Formigas, hoje Montes Claros. Montes Claros resultou diretamente do desmembramento de Vila do Príncipe, atual cidade do Serro, originada de Sabará.

Além de Montes Claros, Serro deu origem direta a Minas Novas, Diamantina, Conceição do Mato Dentro, Guanhães, Peçanha, Sabinópolis, Rio Vermelho, Santo Antonio do Itambé, Alvorada de Minas e Serra Azul de Minas.

Montes Claros foi, sucessivamente, desmembrado, dando origem a outros municípios, que ocupam o grau 3 da Classificação Genealógica de Joaquim Ribeiro da Costa. São eles: Grão Mogol (desmembrado de Montes Claros em 1840), Jequitaí (atual Bocaiúva, desmembrado em 1873), Contendas (atual Brasília de Minas, desmembrado em 1890), Inconfidência (atual Coração de Jesus, desmembrado em 1911), Brejo de Minas (atual Francisco Sá, desmembrado em 1923), Juramento (desmembrado em 1953) e Mirabela (desmembrado em 1962).

Consequentemente, segundo Fernando Xavier de Brito, de Montes Claros resultaram 23 municípios, conforme relação e nomenclaturas, datadas de 1970. São eles: Grão Mogol, Porteirinha, Riacho dos Machados, Botumirim, Cristália, ltacambira, Bocaiúva, Engenheiro Navarro, Francisco Dumont, Brasília de Minas, São João da Ponte, Varzelândia, Ubaí, Coração de Jesus, Jequitaí, Claro dos Poções, Ibiaí, Lagoa dos Patos, Francisco Sá, Janaúba, Capitão Enéias, Juramento e Mirabela.
Comentário de HELENA em 23 janeiro 2009 às 12:40
tah
Comentário de Charles Moraes de Lima em 23 janeiro 2009 às 12:32
MONTES CLAROS DERIVA DA COMARCA DE SABARA SAIDO DE VILA DO PRÍNCIPE

3.2 - Vila do Príncipe
(...)
3.2.3 - Montes Claros
3.2.3.1 - Grão-Mogol
3.2.3.1.1 - Porteirinha
3.2.3.1.1.1 - Riacho dos Machados
3.2.3.1.1.2 - Nova Porteirinha
3.2.3.1.1.3 - Pai Pedro
3.2.3.1.1.4 - Serranópolis de Minas
3.2.3.1.2 - Botumirim
3.2.3.1.3 - Cristália
3.2.3.1.4 - Itacambira
3.2.3.1.5 - Josenópolis
3.2.3.1.6 - Padre Carvalho
3.2.3.2 - Jequitaí
3.2.3.2.1 - Engenheiro Navarro
3.2.3.2.2 - Francisco Dumont
3.2.3.2.3 - Guaraciama
3.2.3.2.4 - Olhos d'Água
3.2.3.3 - Contendas
3.2.3.3.1 - São João da Ponte
3.2.3.3.1.1 - Varzelândia
32.3.3.1.1.1 - Ibiracatu
3.2.3.3.1.2 - Lontra
3.2.3.3.2 - Ubaí
3.2.3.3.2.1 - Ponto Chique
3.2.3.3.3 - Campo Azul
3.2.3.3.4 - Japonvar
3.2.3.3.5 - Luislândia
3.2.3.4 - Inconfidência
3.2.3.4.1 - Jequitaí
3.2.3.4.1.1 - Claro dos Poções
3.2.3.4.2 - Ibiaí
3.2.3.4.3 - Lagoa dos Patos
3.2.3.4.4 - São João da Lagoa
3.2.3.4.5 - São João do Pacuí
3.2.3.5 - Brejo das Almas
3.2.3.5.1 - Janaúba
3.2.3.5.1.1 - Verdelândia
3.2.3.5.2 - Burarama de Minas
3.2.3.6 - Juramento
3.2.3.6.1 - Glaucilândia
3.2.3.7 - Mirabela
3.2.3.7.1 - Patis
3.2.4 - Conceição
3.2.4.1 - Dom Joaquim
3.2.4.1.1 - Senhora do Porto
3.2.4.1.2 - Carmésia
3.2.4.2 - Morro do Pilar
3.2.4.3 - Congonhas do Norte
3.2.4.4 - Santo Antônio do Rio Abaixo
3.2.4.5 - São Sebastião do Rio Preto
3.2.5 - São Miguel de Guanhães
3.2.5.1 - Virginópolis
3.2.5.1.1 - Divinolândia de Minas
3.2.5.1.2 - Gonzaga
3.2.5.1.3 - Santa Efigênia de Minas
3.2.5.1.4 - São Geraldo da Piedade
3.2.5.1.5 - Sardoá
3.2.5.2 - Açucena
3.2.5.2.1 - Naque
3.2.5.2.2 - Periquito
3.2.5.3 - Braúnas
3.2.5.4 - Dores de Guanhães
3.2.6 - Rio Doce
3.2.6.1 - São João Evangelista
3.2.6.1.1 - Coluna
3.2.6.2 - Santa Maria do Suaçuí
3.2.6.2.1 - São Sebastião do Maranhão
3.2.6.2.2 - São José da Safira
3.2.6.2.3 - José Raydan
3.2.6.3 - Figueira
3.2.6.3.1 - Alpercata
3.2.6.3.2 - Vila Matias
3.2.6.4 - Coroaci
3.2.6.5 - Virgolândia
3.2.6.5.1 - Marilac
3.2.6.5.2 - Nacip Raidan
3.2.6.6 - São José do Jacuri
3.2.6.6.1 - Frei Lagonegro
3.2.6.7 - São Pedro do Suaçuí
3.2.6.8 - Cantagalo
3.2.7 - Sabinópolis
3.2.7.1 - Paulistas
3.2.8 - Rio Vermelho
3.2.8.1 - Materlândia
3.2.9 - Santo Antônio do Itambé
3.2.10 - Alvorada de Minas
3.2.11 - Serra Azul de Minas
 

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