Instituto Histórico IMPHIC - Betim

"Sapire ut protegas, Protegere ut conserues"

Informação

GENEALOGIA

UM GRUPO DEDICADO AO LEVANTAMENTO DS INFORMAÇÕES GENEALOGICAS DOS DIVERSOS RAMOS DAS FAMILIAS ANTIGAS DA CIDADE DE BETIM

Site: http://www.betim.myheritage.com/
Local: BETIM
Membros: 13
Última atividade: 15 Jun, 2016

POR ONDE PODEMOS COMEÇAR?

Antes de 26/03/1846, a maior parte dos indivíduos era registada na Villa Real de Sabará e a maioria dos registros de nascimentos e mortes eram feitos pela Igreja Católica, depois disso passou-se a fazer em Sta. Quiteria e so em 01/01/1939 que instalou-se o município de Betim, portanto é necessario conhecer as paróquias e não somente os cartorios afim de identificar onde os registros foram feitos.

Para iniciar a pesquisa genealógica é fundamental recolher informações junto de familiares: nomes, datas, locais, histórias, fotografias…
Depois desta recolha, deverá dirigir-se ao Registo Civil correspondente, ou Arquivo Regional, onde poderá efectuar as pesquisas conducentes à descoberta dos antepassados.
Os documentos base para a pesquisa genealógica são:
• Registros de batismo
• Registros de casamento
• Registros de óbito

Estes documentos foram sendo alterados, ao longo dos séculos, na sua redação e na informação veiculada.

Nossa pretenção aqui é disponibilizar informação recolhida a todos os interessados nesta temática: cidadãos e organizações, além de motivar a população para a descoberta das suas origens e da sua história local. Também queremos permutar informação genealógica com outros indivíduos, comunidades e organizações cujo objeto de estudo perpasse pela genealogia das familias betinenses. Outo objetivo deste grupo de trabalho é proceder à elaboração de instrumentos de pesquisa, tais como índices, guias, inventários e outros tipos de publicações, assim como estabelecer contactos com outras organizações congéneres, partilhando e permutando o conhecimento.

Fórum de discussão

família - Nascimento e Soares

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Comentário de José Geraldo Baía em 15 junho 2016 às 21:44

Boa Noite,

Gostaria saber se alguém tem informação de descentes de Manoel Pereira Bahia que foi provedor em Sabará em torno de 1720?

Grato

Comentário de Flávio Roberto de Melo em 14 março 2012 às 17:18

Segue link com minha genealogia que inclui muita gente de Betim ou com origem em Betim, dentre os quais os sobrenomes tradicionais de Betim: Melo, Alves, Diniz, Silva, Souza, Costa, Almeida, Ferreira, Amaral. 

http://www.myheritage.com.br/site-family-tree-149260881/flavio

Utilize a guia pessoas e famílias para explorar a árvore e quem sabe encontrar algum familiar, o que será um prazer!

Comentário de Charles Moraes de Lima em 25 abril 2011 às 18:57

Helena,

Agora eu ja tenho o livro do Diogo de Vasconcelos (História Antiga das Minas Gerais). Então depois me diga que informação você precisa dele que lhe envio.

 

Semper Servus

Comentário de Charles Moraes de Lima em 19 julho 2009 às 13:29
A Genealogia e a História de Família
Á partida poderíamos ser levados a pensar que em genealogia se faz apenas um enumerar de nomes e datas. Não é de todo esse o objetivo da genealogia, e desengane-se aquele que pensa assim. Tendo a genealogia nascido pela necessidade, seja devido aos privilégios da nobreza, seja para ingressar em Conventos, Universidades ou na Vida Militar e suas Ordens, a ciência genealógica prendeu-se desde sempre com um conhecimento o mais profundo possível das personalidades estudadas.
E isto versava tanto a sua data de nascimento como a sua riqueza, profissão, formação, serviços prestados, etc. Quando um genealogista se deixa ficar pela simples investigação de certidões de nascimento, não se pode considerar um verdadeiro genealogista, pois deixa de parte aquilo que é realmente importante.
As fontes da Genealogia
A matéria prima da genealogia é numerosa, estando muitas delas ainda por explorar da forma mais conveniente. Porque como já ficou dito, a investigação resume-se muitas vezes a um simples enumerar de datas e nomes, pelo que, em detrimento de fontes de grande interesse, muitos trabalhos ficam pela análise de uns poucos assentos paroquiais.
Comentário de Charles Moraes de Lima em 19 julho 2009 às 13:28
Como investigar o passado
A pesquisa para a montagem de uma árvore genealógica começa com uma consulta às certidões de nascimento dos pais, em que aparecem os nomes dos avós e bisavós. Para as gerações anteriores, na falta de certidões de cartório, algumas opções de pesquisa são escrituras de propriedades e cartas de família guardadas no fundo do baú. No caso de antepassados ainda mais longínquos, o jeito é investigar nos grandes centros de documentação, como o Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo, com 8 milhões de certidões de batismo, e a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que possui um acervo mundial de sobrenomes.
Para organizar os dados em uma árvore genealógica, há regras básicas. As gerações devem ser identificadas com algarismos romanos, partindo-se do antepassado mais antigo. A ordem de nascimento dos filhos deve ser registrada em algarismos arábicos. O primeiro filho da primeira geração, por exemplo, leva o número I.1, com o nome acompanhado das datas de nascimento, óbito e casamento. Nos Estados Unidos, onde a genealogia virou moda, organizar todos os nomes deixou de ser um trabalho braçal. Recentemente foi lançado um manual acompanhado de um CD-ROM. Basta dar entrada nos dados para que o programa organize a árvore genealógica automaticamente. Para dar maior credibilidade ao trabalho, é interessante reunir retratos de antepassados remotos. "Uma genealogia ilustrada vale por duas. E dá aos céticos a certeza de que você não está falando de fantasmas", escreve Victorino Coutinho Chermont de Miranda, autor do guia Como Levantar sua Própria Genealogia.
A genealogia é encarada de várias formas. Para uns é uma forma de promoção social, a que não é alheia a vertente nobiliárquica desta ciência. De facto nobiliarquia e genealogia confundem-se facilmente, sendo aquela encarada por muitos como único propósito para traçar uma árvore genealógica.
É também encarada como um hobby, uma forma de passar o tempo, que por vezes toma dimensões de paixão. Escusado será dizer que mesmo para muitos destes a genealogia será também a busca de um hipotético sangue nobre.
Finalmente temos aqueles que vêem a genealogia como uma ciência pura e simples, com a sua metodologia, a sua investigação e a sua ética.
Não que estes se importem menos com a nobreza, mas adivinha-se aqui uma maior preocupação com o conteúdo e a forma de o procurar.
Para nós vai interessar principalmente a abordagem científica da genealogia, tornando-a uma fonte credível para outras ciências sociais.
Comentário de Charles Moraes de Lima em 19 julho 2009 às 13:27
Genealogia

As fontes de consulta genealógica estão se multiplicando no Brasil. Até o final do ano, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, dos mórmons, dona do maior acervo de documentos pessoais do mundo, abrirá vinte novos centros de informação no Brasil, colocando 10 bilhões de nomes ao alcance dos interessados — quase o dobro da população atual do planeta. Seus arquivos guardam registros que remontam ao ano 877 e o intercâmbio entre seus centros, espalhados por 155 países, é gratuito. São cobradas apenas as despesas com correio.


Recorrer ao trabalho de um especialista é a melhor forma de desvendar as origens familiares. O filósofo carioca Eduardo Wilson cobra 1 200 reais pela montagem de uma genealogia. O preço cobre apenas seus honorários e não inclui viagens, despesas com correio e cópias de documentos. Na esperança de encontrar uma ascendência nobre, vários clientes se frustram com o trabalho acurado dos genealogistas. Estudos sobre as famílias tradicionais de São Paulo, que se auto-intitulam quatrocentonas, mostram, por exemplo, que elas nada têm de aristocráticas. "Não há nobreza em São Paulo. Os colonizadores do Estado vieram da classe média de Portugal. Naquela época, os nobres moravam na Bahia e em Pernambuco", explica Bogaciovas.
Comentário de Charles Moraes de Lima em 19 julho 2009 às 13:26
FONTES DE DADOS
Assentos Paroquiais - Os assentos paroquiais encerram aquilo a que se poderá chamar o "esqueleto" da genealogia. Existem três tipos principais de assentos paroquiais sendo estes:
Certidões de Batismo - A sua estrutura varia conforme o oficiante que a redigir mas regra geral as informações aí contidas são a data de batismo, a data de nascimento, o nome próprio do batisado, o nome dos pais, dos avós paternos, dos avós maternos e dos padrinhos. Indica também a naturalidade de todos eles bem como a ligação de parentesco entre os padrinhos e os batisados.

Certidões de Casamento - Tal como nas certidões de batismo, também aqui assistimos a variações na estrutura. Na sua maioria estas certidões indicam a data do casamento, o nome dos contraentes, o nome dos respectivos pais, por vezes também o nome dos avós, e o nome das testemunhas. Indica, tal como nas certidões de batismo, a naturalidade de todos eles.

Certidões de Óbito - Estas certidões fornecem-nos o nome do falecido, sua filiação, as respectivas naturalidades, e ainda a causa de morte. Indicam também o nome da viúva ou viúvo, e em alguns casos a existência de testamento.

Os assentos paroquiais poderam ser encontrados nos Arquivos Distritais. Para além da consulta dos livros, existe também a hipótese de os consultar em microfilme. Os assentos paroquiais chegam em alguns casos ao século XVI, não ultrapassando a maioria deles o século XVII. Estão organizadas por freguesias sendo indispensável o conhecimento destas para se poder investigar.

Registo Civil


Desde 1832 os registos paroquiais passaram a obedecer a um formulário, que impunha uma estrutura única aos vários tipos de certidões. De resto em pouco diferem dos Assentos Paroquiais, com a diferença de nas Certidões de casamento deixar de figurar o nome dos avós dos contraentes.
A partir de 1911, o Registo Civil foi transferido para os Arquivos Centrais dos concelhos. As certidões anteriores a 1911 poderam ser encontradas nas Conservatórias do Registo Civil, organizadas por freguesias. Note-se que não é linear encontrar certidões escritas a partir de 1832 nas Conservatórias do Registo Civil, compreendendo estas intervalos temporais diferentes. Róis de Crismados.
Quando se tem conhecimento de um nascimento, mas não se sabe se a criança morreu menor, os Róis de Crismados, por indicarem a idade da criança aquando do Crisma dar-nos-á um limite mínimo para o seu falecimento. Útil para futuras investigações em certidões de óbito, é um pormenor interessante para uma investigação mais exaustiva.
Esta fonte encontra-se nos Arquivos Distritais. Habilitações de genere provávelmente das fontes mais ricas de genealogia. Existem habilitações de genere de vários tipos, consoante o fim a que se destinavam. Em comum tinham a investigação genealógica do habilitado, bem como numerosos pormenores sobre a sua vida e a de seus antepassados.

Ordens Militares - Para se ingressar em Ordens Militares era necessário provar uma determinada pureza de sangue, que se stablecia através de uma mais ou menos aturada investigação genealógica.

Fins Religiosos - Quem quisesse ingressar na vida religiosa tanto nas ordens menores como nas maiores teria que fazer um processo onde se provasse a pureza do seu sangue e dos seus maiores.

Santo Ofício - Os familiares do Santo Ofício eram, por assim dizer, os membros da Inquisição. Para se ter o grau de Familiar do Santo Ofício, era necessária uma investigação genealógica comprovando que tanto o habilitado como os seus antepassados tiveram uma vida conforme com os princípios do Santo Ofício. O processo fazia-se não só por meio de levantamento das certidões de nascimento dos 4 avós, como também por meio de entrevistas, extraordinariamente reveladores da sua maneira de viver e escalão social.

Leitura de Bachareis - Idêntico processo era necessário para se ingressar na Universidade, focando estas investigações não só a genealogia mas também o tipo de vida do Bacharel e de seus maiores.

Militares - Também os Militares tinham que provar a existência de um passado familiar em concordância com as leis e bons costumes.
As habilitações de genere para Ordens Militares e Santo Ofício e as Leituras de Bachareis estão ao dispôr no Arquivo Nacional da Torre do Tombo. As habilitações para fins religiosos encontram-se nos Arquivos Distritais ou Câmaras Eclesiásticas correspondentes. As habilitações para fins militares encontram-se no Arquivo Histórico e Militar.

Desembargo do Paço - Fontes de extremo interesse, os processos judiciais poderão revelar aspectos de grande importância para a compreensão da vida dos nossos antepassados. Encontram-se na Torre do Tombo distribuídos por províncias e ordenadas por nome próprio. Testamentos É evidente a importância desta fonte para uma boa perspectiva do património e fortuna dos antepassados. Os testamentos são também eles pesquisáveis nos Arquivos Distritais.

Registo Geral de Mercês - No Registo Geral de Mercês podem-se encontrar todas as mercês reais atribuidas. O actual sistema informático em funcionamento no Arquivo Nacional da Torre do Tombo torna a pesquisa extremamente facil, sendo apenas necessário apontar o nome da pessoa em causa para logo ser possível descobrir as mercês que lhe foram feitas. Os campos de pesquisa são extraordinariamente flexíveis permitindo buscas de vários tipos. No entanto há que apontar os frequentes erros ortográficos, que poderão em alguns casos comprometer a eficácia da pesquisa.

Mordomia da Casa Real - Nesta fonte, também ela pesquisável na Torre do Tombo, podem-se encontrar nomeações para cargos na Casa Real e requisições de vário tipo. Tem a vantagem de estar organizada por apelidos, facilitando a busca. Processos de Justificação de Nobreza Outro fundo disponível no Arquivo Nacional da Torre do Tombo são os processos de justificação de nobreza, através dos quais se apresentavam requisições para uso de brasão de armas. São de grande valor para a genealogia, pois relatam passo a passo a vida do requerente como em alguns casos a de seus maiores. Até o início deste século, a genealogia era considerada um tipo de pesquisa histórica de segunda categoria. Vivia a serviço de interesseiros dispostos a remexer o passado em busca de títulos de nobreza. Com o tempo, o método genealógico passou a ser utilizado por estudiosos para remontar o passado, despindo-o da versão das classes dominantes. Ao privilegiar a investigação documental, ele retrata com mais nitidez os fatos de determinado período. No campo individual, a pesquisa genealógica tem-se mostrado útil para que descendentes de estrangeiros consigam um segundo passaporte. O consulado da Itália, em São Paulo, atende cinqüenta interessados por dia. Para obter a cidadania italiana, todos devem levantar documentos oficiais, provando a origem familiar. Trata-se de uma tarefa complicada, porque boa parte dos descendentes de imigrantes nem desconfia onde está essa papelada.
Para reunir a documentação, os mais aguerridos recorrem a instituições oficiais e a bancos de dados privados, como o Imigrantes, de Canoas, no Rio Grande do Sul, que reúne 2,2 milhões de nomes de estrangeiros que desembarcaram no Brasil desde 1737.
Comentário de Charles Moraes de Lima em 19 julho 2009 às 13:26
Vocabulário Genealógico - Avô, Bisavô, Trisavô, etc...

BISNETA - Relação de parentesco. De bis- + neta, entende-se, a segunda nete, ou a filha do neto (ou da neta). Entre a bisavó e seu bisneto ou bisneta há uma relação de parentesco em terceiro grau, em linha reta descendente.
BISNETO - Relação de parentesco. De bis- + neto, entende-se, o segundo neto, ou o filho do neto (ou da neta). Entre a bisavó e seu bisneto ou bisneta há uma relação de parentesco em terceiro grau, em linha reta descendente.
NETA - Relação de Parentesco. Descendente feminino de uma pessoa em segundo grau, em relação a seus pais [De Plácido e Silva - Vocabulário Jurídico, IV, p.241]
NETA MATERNA - Relação de Parentesco. Quando a neta descende da filha, diz-se neta matena. Filha da filha relativamente ao avô ou a avó, ou seja, a neta por parte da mãe. Entre a neta e seu avô ou avó há uma relação de parentesco em segundo grau.
NETA PATERNA - Relação de Parentesco. Quando a neta descende do filho, diz-se neta patena. Filha do filho relativamente ao avô ou a avó, ou seja, a neta por parte do pai. Entre a neta e seu avô ou avó há uma relação de parentesco em segundo grau.
NETO - Relação de Parentesco. De neptis, contr. Do latim nepos, nepotis. Filho de filho ou de filha relativamente ao avô ou à avó. Como substantivo é empregado pra designar o filho do filho ou da filha, em relação aos pais destes. Exprime, assim, a relação de parentesco entre o descendente do filho e seu pai, que recebe o nome de avô, cujo parentesco é de segundo grau [De Plácido e Silva - Vocabulário Jurídico, IV, p.241]
NETO MATERNO - Relação de Parentesco. Quando o neto descende da filha, diz-se neto mateno. Filho da filha relativamente ao avô ou a avó, ou seja, o neto por parte da mãe. Entre o neto e seu avô ou avó há uma relação de parentesco em segundo grau.
NETO PATERNO - Relação de Parentesco. Quando o neto descende do filho, diz-se neto pateno. Filho do filho relativamente ao avô ou a avó, ou seja, o neto por parte do pai. Entre o neto e seu avô ou avó há uma relação de parentesco em segundo grau.
PENTANETO - Composto do grego pénte, prefixo que significa cinco, e neto, é a expressão indicativa do quinto neto, ou o filho do tataraneto. Em relação ao pentavô, que é o pai do tataravô, o pentaneto está no 6.º grau de consanguinidade, em linha reta descendente. A rigor, o pentaneto forma a quinta geração de netos.
QUARTA AVÓ – O mesmo que tetravó.
QUARTO AVÔ – O mesmo que tetravô.
QUARTA NETA – O mesmo que tetraneta.
QUARTO NETO – O mesmo que tetraneto.
QUINTO AVÔ - A partir da quarta geração, costumam-se, os genealogistas, não mais usar terminologias especiais, como bis-avô, tris-avô ou tetra-avô, utilizando-se, comumente, a numeração propriamente dita para cada geração. Assim, ao invés de pentavô, usa-se quinto avô; por hexavô, utiliza-se sexto avô; por heptavô, diz-se sétimo avô; etc.
TATARANETO - Composto do grego tetra (quatro) e neto, é o nome que se dá, em relação ao tataravô, ao filho do trineto, ou da trineta. Duz-se, igualmente, tetraneto. Vulgarmente, atribui-se ao trineto (terceiro neto), a denominação de tataraneto. Mas, em realidade, tataraneto é o quarto dos netos, nesta ordem: neto, bisneto, trineto, tataraneto. Assim, a rigor, o tataraneto forma a quarta geração de netos, achando-se, destarte, em quinto grau de consanguinidade, em relação ao tetravô, ou tataravô [De Plácido e Silva - Vocabulário Jurídico, IV, p.322].
TATARAVÔ - Composto do grego tetra, prefixo que significa quatro, e avô, é a expressão indicativa do quarto avô, ou o pai do trisavô. Refere-se ao avô, que, mostrando a ordem familiar ascendente, está colocado em quarto lugar, ligando-se ao tataraneto por um patentesco consanguíneo de quinto grau. É denominado, também, tetravô. A partir do tararavô é esta a ordem descendente: trisavô, bisavô, avô, que em relação aos netos, estão em quarto, terceiro e segundo grau de parentesco consanguíneo, respectivamente Vulgarmente, atribui-se ao trisavô (terceiro avô), a denominação de tataravô. Mas, em realidade, tataravô é o quarto dos avós [De Plácido e Silva - Vocabulário Jurídico, IV, p.323]. Quanto a ordem ascendente, a prtir de tataravô ou tetravô, é comum abandonar os nomes especiais, como bis-avô, tris-avô e tetra-avô, que usam prefixos gregos correspondente à numeração, para utilizar-se de numerais procedido do vocábulo avô.
Assim:
EXPRESSÃO, DEFINIÇÃO
Bisavô bis (dois) - segundo avô
Trisavô tri (três) - terceiro avô
Tetravô ou Tataravô tetra (quatro) - quarto avô
Quinto avô No lugar de pentavô
Sexto avô No lugar de hexavô
Sétimo avô No lugar de heptavô
Oitavo avô No lugar de octavô
Nono avô No lugar de nonavô
Décimo avô No lugar de decavô
Etc. Etc.
TATARAVÓ - É a expressão indicativa do quarto avô, ou o pai do trisavô tataravô
TERCEIRO NETO - O mesmo que trineto.
TETRANETO - O mesmo que tataraneto, isto é, nome igualmente atribuído ao filho do trineto, ou da trineta, em relação ao trisavô destes [De Plácido e Silva - Vocabulário Jurídico, IV, p.372].
TETRAVÓ - O mesmo que tataravó, isto é, nome igualmente atribuído a mãe do trisavô [De Plácido e Silva - Vocabulário Jurídico, IV, p.372].
TETRAVÔ - O mesmo que tataravô, isto é, nome igualmente atribuído ao pai do trisavô [De Plácido e Silva - Vocabulário Jurídico, IV, p.372].
TRINETO - De tri e neto. Entende-se, o terceiro-neto, ou o filho do bisneto ou de bisneta. Vulgarmente, atribui-se ao trineto (terceiro neto), a denominação de tataraneto. Mas, em realidade, tataraneto é o quarto dos netos, nesta ordem: neto, bisneto, trineto, tataraneto. Em relação ao trisavô, que é o pai do bisavô, o trineto está no 4.º grau, em linha reta descendente [De Plácido e Silva - Vocabulário Jurídico, IV, p.422]
TRISAVÔ – De tris (três, e avô, entende-se o terceiro avô, ou o avô que ocupa o terceiro lugar na ordem ascendente: avô, bisavô, trisavô. O trisavô assim corresponde ao pai do bisavô, ou da bisavó, e ao bisavô do avô, ou da avó. Vulgarmente, atribui-se ao trisavô (terceiro avô), a denominação de tataravô. Mas, em realidade, tataravô é o quarto dos avós, nesta ordem: avô, bisavô, trisavô, tataravô [De Plácido e Silva - Vocabulário Jurídico, IV, p.424]
TRISAVÓ –A terceira avó, ou a avó que ocupa o terceiro lugar na ordem ascendente: avó, bisavó, trisavó. A trisavó assim corresponde a mãe do bisavô, ou da bisavó, e a bisavó do avô, ou da avó
Comentário de Charles Moraes de Lima em 19 julho 2009 às 13:23
"Origem dos Sobrenomes familiares"

Os sobrenomes - ou nomes de família - surgiram para identificação das pessoas do povo durante a baixa Idade Média. Anteriormente, só eram utilizados pelos reis e nobres. Para reproduzir os hábitos de personagens importantes, ou, simplesmente, para buscar diferenciação numa época de grande expansão demográfica, os homens mais comuns passaram a utilizar como sobrenomes as designações de seus ofícios ou habilidades, de seus lugares, de suas condições sócio-econômicas, de plantas ou animais, adotando, enfim, as mais variadas nomeações que os identificassem Muito além de mera designação, o sobrenome é um patrimônio da família, marca exclusiva que representa toda uma linhagem, nomeação que se estende por gerações e gerações, identificando características físicas e comportamentos semelhantes. Entretanto, a descendência não se limita ao plano genético, mas se desenvolve no campo histórico. Nesse sentido, a recomposição das linhagens, ilustrada por árvores genealógicas com nomes e datas, tão útil na esquematização das pesquisas, não se apresenta como registro muito esclarecedor.
A história de família, percorrendo os marcos dos sobrenomes, abrange necessariamente os cenários e as circunstâncias nos quaes viveram os personagens, enfrentando seus desafios e assumindo suas venturas. A reconstrução histórica da formação familiar conduz, portanto, a interpretações capazes de estabelecer uma ponte entre o passado e o presente, entre os ancestrais e seus descendentes, revelando-se como a maior homenagem que se pode prestar aos antepassados.
Comentário de Charles Moraes de Lima em 28 abril 2009 às 1:34
Relação de familias tradicionais de Betim:
Nogueira Duarte,
Lara,
Troycho,
Melgaço,
Zeferino de Freitas,
Prado Poze,
Franco do Amaral,
Braga,
Diniz,
Ferreira,
Ribeiro,
Bráz,
Ângelo do Pinho,
Melo,
Trigueiro,
Fonseca,
Resende,
Pedrosa,
Barbosa,
Aguiar,
Peres,
Gontijo,
Carvalho,
Moraes,
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