Instituto Histórico IMPHIC - Betim

"Sapire ut protegas, Protegere ut conserues"

Bandeira, brasão de armas, hino e selo, são símbolos cívicos que retratam a história e as características de cada município
Estes símbolos são regisos pela heráldica e vexilologia. São ciências que estudam, respectivamente, os brasões e as bandeiras.

Atualmente nosso brasão é este:


Porém ele contem alguns pequenos erros, de acordo com as leis da heraldica cívica

A Constituição Federal, faculta aos estados e aos municípios brasileiros, a adoção de símbolos próprios para retratar a história e as características de cada um deles. A grande maioria dos municípios adotou como símbolos, o brasão, a bandeira e o hino.

Alguns dos atuais brasões municipais foram elaborados sem respeitar as normas e as convenções estabelecidas na ciência heráldica, principalmente, na heráldica cívica.

Os símbolos municipais são as formas de representação das comunidades e da imagem que elas tem de si mesmas, e, conseqüentemente, das administrações que as dirigem. O brasão de armas, assim como a bandeira e o selo municipais, são figuras simbólicas, insígnias que representam a identidade do município e consequentemente a sua evolução política, administrativa e econômica, alem de seus costumes, tradições, arte e religião. Resumindo, é a representação de cada município aplicada em suas formas, peças, ornamentos e símbolos. Grande parte da população desconhece os símbolos cívicos das cidades, muitas vezes elaborados sem noção do que estabelece a Heráldica e a vexilologia, respectivas ciências que estudam os brasões e as bandeiras.
Para a composição de um brasão de armas, é necessário que se obedeça regras e leis, universalmente aceitas, que regem toda a sistematização da heráldica. Uma destas leis diz respeito ao brasão, que é composto pelo escudo de armas (a peça mais importante), os ornamentos exteriores, a coroa mural, o listel, seus mantos e tenentes.
Por nossa herança colonial usamos o brasão português que é reto na parte superior e aredondado na parte inferior.


A heráldica estabeleceuma reduzida quantidade de cores nos brasões. Essas tintas, denominadas esmaltes, são divididas em 3 grupos:
a) metais(ouro e prata),
b) cores (goles/vermelho, bláu/azul, sinople/verde, sable/preto e púrpura) e
c) peles (arminho, veiro, contra-armarinho, contra-veiro, arminhado).
Não se usa, no escudo, metal sobre metal, nem cor sobre cor

A coroa mural é um ornato exterior do escudo e símbolo de soberania. Representa toda a evolução política e administrativa do município. Ela é colocada em cima das armas das cidades, diferindo apenas no número de torres. (5 torres, em metal prata: cidades. 5 torres, em metal ouro: capital de estado. 4 torres: vilas. 3 torres: povoados. O brasão recebe um listel, que é a moldura ou o filete, com o topônimo - o nome da localidade.

Não existe uma forma para desenhar as coroas. O que existe de padrão é que o desenho tenha os seguintes itens:

CORES - Somente duas: 1) o AMARELO que representa o OURO, que serve para brasões de Capital; 2) o BRANCO que representa a PRATA, que serve todas outras coroas murais dos brasões de cidades brasileiras que não sejam Capitais.

Há uma "licença" que se permite pintar a cor PRATA com o cinza claro, próprio do metal verdadeiro, assim como também há a "licença" de pintar o OURO com um amarelão escuro, próprio do metal verdadeiro.

TORRES - O número de torres para as cidades é UM SÓ: CINCO torres à vista sendo que as duas das extremidades são vistas pela metade.
PORTAS - Uma porta em cada uma das torres, sendo que nas torres das extremidades ela é desenhada pela metade. As portas são pintadas de NEGRO. Não há padrão para a forma do desenho das portas. O importante é que sejam reconhecidas nitidamente como portas.
OPCIONAIS 1) - Janelas acima das portas. 2) - Supessão de tijolos ou pedras, fazendo lisas as paredes das muralhas e das torres desde que não tire a certeza de que o que se está vendo é uma muralha com torres

O Escudo é dividido em nove partes:


Nos brasões de armas de municípios brasileiros, os erros heráldicos mais comuns são os de proporção do escudo. Na heráldica, o padrão dos escudos é de 7 x 8. Provavelmente, por desconhecimento nosso brasão é apenas artístico, com formas fora dos padrões estabelecidos pela heráldica.
Consequentemente os elementos do escudo se encontram fora dos pontos estabelecidos pela heraldica.

Os elementos encontrados em nosso brasão são uma cruz e a constelação do cruzeiro do sul à sinistra superior , uma engrenagem e um triangulo à dextra inferior




Em forma de escudo não heráldico, o Brasão de Betim – idealizado, em metal nobre e emoldurado em preto, por Gilberto Luciano Bernardes – tem, como destaque, uma cruz estilizada, representando o cristianismo e a religiosidade do povo local. O triângulo vermelho identifica o Estado de Minas Gerais e a engrenagem que o cerca significa a vocação industrial do Município. Com que localizando Betim no contexto nacional, o Cruzeiro do Sul surge transpondo da Bandeira Brasileira, enquanto que o listel, na parte inferior da peça, registra duas datas importantes na história do município: 1.711 – ano da concessão da sesmaria a Joseph Rodrigues Betim, a quem se atribui a fundação da cidade; 1.938 – ano de sua emancipação político-administrativa.

Desta forma a correção do brasão de nossa cidade de acordo com as leis da heráldica cívica ficaria dessa forma:


A grade de construção correta do brasão seria essa:

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Respostas a este tópico

É meu caro, interessante suas observações, porém, em matéria de preferência eu gosto mais do brasão oficial como está, e pela descrição dos motivos do artista que o elaborou, ele está exatamente conforme determina nossa Lei, pode não estar de acordo com as regras da heráldica e da vexilologia, mas como traduz aquilo que o legislador brasileiro parametrizou para este objeto, não merece retoque, ademais, como esta imagem já vem sendo utilizada há 70 anos (desde a emancipação??), talvez um pouco menos, o certo é que como passou a ser aceito por todos os Betinenses como um dos símbolos da cidade, já faz parte da cultura e do consciente coletivo e, como tal, deve ser preservado (mantido), sei que vç não está propondo iniciarmos nenhum movimento pró-mudança do brasão, mas acho importante fazer estas observações para que estes aspectos da tradição e história não fiquem esquecidos.
rs...

Claro Pierre, não tenho a pretensão de mudar o brasão de forma nenhuma, mas deixar claro que este que temos é uma logomarca, mas não um brasão, porquanto para sê-lo deve seguir as regras que parametrizam a heráldica cívica.

Podemos chamá-lo de logo marca da cidade, mas para brasão o principal problema é o formato do escudo de armas, a proporção do mesmo e a ausência da coroa mural.

A correção do brasão é possível, varia cidades o fizeram, mas não pretendo propor essa mudança não, apenas atentar para o fato de que nosso brasão não segue as leis da heráldica.

Vou procurar saber onde se encontra a malha de construção do brasão, quem sabe de repente lá encontro respostas para essas diferenças heráldicas?
Das Leis Heráldicas
Primeira Lei: Não se coloca metal sobre metal, cor sobre cor, ou forro sobre forro.
Segunda Lei: As peças honrosas devem ser colocadas nos lugares que lhes competem.
Terceira Lei: As figuras naturais ou quiméricas, quando sozinhas, devem ocupar o centro do campo sem tocar em seus bordos.
Quarta Lei: Muitas peças móveis, ou figuras, pousadas sobre o mesmo campo tem sempre o mesmo esmalte, desde que sejam elas repetidas sem alterações.
Quinta Lei: Não há tonalidades diferentes de uma mesma cor.
Sexta Lei: Um brasão deve ser regular, simples e completo.

Segue-se a essas leis basicas as regras de aplicação.
Um resuminho sobre as regras principais
Em geral o escudo tem o formato de um cálice, cuja proporção é de sete unidades de largura para oito de altura. Outras formas possíveis são a cabeça de cavalo, o luzeiro (escudo em formato de estrela, caso das armas nacionais do Brasil) e os escudos ovais.

Os escudos podem ser de oito cores, duas delas chamadas de metais (branco, chamado "prata", e amarelo, chamado "ouro"), e as demais chamadas de esmaltes, a saber: azul, chamado "blau"; vermelho, chamado "goles", verde, chamado "sinopla"; magenta, chamado "púrpura"; bege, chamado "carnação" e o preto, chamado "sable". Como regra geral não se sobrepõem metais a metais, nem esmaltes a esmaltes. Quando a sobreposição é necessária, diz-se que as cores são "cosidas" (ex.: escudo de ouro com uma cruz cosida de prata).

Outro tipo de elemento utilizado na heráldica são as peles, que podem ser os arminhos, representado por várias mosquetas pretas em fundo branco, e os veiros, representados por vários heptágonos alternados em azul e branco. As peles podem se sobrepor a qualquer esmalte ou metal. Essas peles podem apresentar variações, como os "contra-veiros" e os "arminhos-d'ouro".


O escudo pode ter várias partições:

Cortado (dividido na horizontal)
Partido (dividido na vertical)
Talhado (dividido diagonalmente a partir do canto esquerdo)
Fendido (dividido diagonalmente a partir do canto direito)
Esquartelado (cortado e partido)
Franchado (fendido e talhado)
Gironado (esquartelado e franchado)
Terciado (dividido em três partes). Pode ser:
Em pala (três partes verticais)
Em faixa (três partes horizontais)
Em banda (três partes, a do meio diagonal a partir do canto esquerdo)
Em barra (três partes, a do meio diagonal a partir do canto direito)
Em mantel
Um elemento heráldico não pode ocupar duas partições simultaneamente.


O listel (aquela faixa que vai abaixo do escudo) que contém o mote, caso haja necessidade de colocar números, deve ser sempre em algarismos arábicos.

Na parte superior pode existir um elmo e no caso da Heraldica cívica a coroa mural, podendo ou não conter paquifes (feixe de plumas coloridas). Tudo o que se coloca acima do elmo é chamado de timbre. Aos elementos colocados lateralmente ao escudo dá-se o nome de suportes.

Dê uma olhada em HERALDICA CÍVICA INTERNACIONAL
A classificação da heráldica municipal é a seguinte
1) Arqueológicas: são aquelas que contem elementos de caráter histórico ou geográfico dentro das divisões abaixo:
a. Históricas: fundamentadas em feitos históricos;
b. Vassalagem: incorporam armas dos antigos senhores;
c. Topográficas: alusivas a geografia;
d. Procedência: incorporam armas da região que fazem parte;
e. Remotas: Perde sua origem ou tem cem anos de existência documentada;
f. Concessão: Fundamentada em um privilegio Real;
g. Agregação: antigas que se unem outra novas;
2) Vocativas: Contém elementos de caráter religioso com as seguintes divisões:
a. Hagiograficas: Figuras de imagens ou atributos de santos;
b. Onomásticas: Figuras representativas de nomes;
3) Gráficas: São aquelas que incluem em seu campo letras ou outras expressões de caráter gráfico e tem as divisões abaixo:
a. Alfabéticas: Escudos ou peças que se incluem letras, motes ou lemas;
b. Hieroglíficas: Compostas por Hieróglifos, números ou letra em abreviaturas;
c. Anagráficas: Referentes a anagramas, fundamentalmente de Jesus Cristo e a Virgem;
4) Tropológicas: Formadas de elementos heráldicos de sentido alegórico e dividi-se assim:
a. Parlantes: Alusivas a uma denominação;
b. Alusivas: Referentes a atividades econômicas ou riquezas naturais;
c. Evocativas: Recordam acontecimentos;
d. Mnemotécnicas: cujos elementos auxiliam a memória para sua identificação;
e. Rememorativas: que trazem à memória alguma coisa;
5) Arbitrárias: As que sem fundamento nenhum se incluem no escudo, e podem ser divididas como:
a. Caprichosas: Obedecem ao capricho;
b. Extravagantes: Não se ajustam a regras nem figuras heráldicas;

Retirado de Cadenas y Vicent, Vicente, Fundamentos de Heráldica (Ciencia del Blasón), Madrid, Ediciones Hidalguía, 1994, pp. 90-110, y Torres-Solanot García de Bustelo, Ignacio, Barras de Aragón, Zaragoza, Gorfisa, 2002, p. 52.
O heraldista Wagner Costa analizou o brasão da cidade e confirma erros existentes. Confira a matéria clicando aqui.
Máteria do jorna "O Tempo" de 11/09/2009

Brasão do município apresenta erros
Especialista em heráldica aponta equívocos no símbolo da cidade


Com o objetivo de acabar com gastos excessivos com publicidade a cada troca de administração, o vereador Nehemias Araújo (PV) apresentou no início de setembro na Câmara Municipal projeto de lei propondo o uso do brasão pelas administrações em vez de suas logomarcas. Mas a questão é: o brasão de Betim está correto, de acordo com as normas da heráldica, ciência que estuda e interpreta brasões? Para o pesquisador e especialista na área, Wagner Costa, a resposta é não. Segundo ele, o símbolo do município tem vários equívocos. "Do ponto de vista da identidade visual, o brasão de Betim apresenta muitos problemas, a começar pela ausência da coroa, cujas torres identificariam se trata-se de uma vila, uma aldeia ou um município. Sobretudo por essa razão, eu diria que o brasão de Betim é um dos mais críticos, carecendo de uma adequação. É o mesmo que olhar para uma pessoa e não conseguir saber se é um homem ou uma mulher", diz Wagner, que se dedica aos estudos da heráldica e da vexilologia - ciência que estuda as bandeiras - há 20 anos e já realizou mudanças em diversos símbolos do país e de Minas, além de ter criado vários outros, como a bandeira do Tribunal de Contas de Minas Gerais.
"O brasão de armas, assim como a bandeira e o selo municipais são figuras simbólicas, que representam a identidade do município, sua evolução política, administrativa e econômica, bem como seus costumes, tradições, arte e religião", explica o heraldista. De acordo com ele, cerca de 85% dos brasões do país contêm erros, e ele atribui esse problema ao fato de muitos deles terem sido elaborados por artistas que não possuíam noção do que estabelece a heráldica.
O heraldista considera a iniciativa do vereador Nehemias "bastante louvável", pois, além de gerar menos gastos para os cofres públicos, a medida fará com que haja a aplicação da Lei Orgânica do município. "Assim já fizeram Salvador e Belo Horizonte", informa.
Outro grave equívoco apontado por Wagner Costa é o fato de a Câmara de Betim utilizar um brasão diferente do Poder Executivo. Ele lembra que os dois Poderes não só usam brasões distintos, bem como suas respectivas logomarcas, o que faz com que o município fique desprovido de identidade e o cidadão, confuso diante de tantos símbolos e logotipos.
Com a aprovação do projeto de Nehemias, a medida seria adotada tanto pelo Executivo quanto pelo Legislativo em veículos, placas e materiais de propaganda em geral. "É comum que cada prefeito crie uma marca para a sua administração. Por isso, a cada nova gestão o gasto é muito grande, mudando-se as logomarcas. É um desperdício grande de dinheiro, e quem paga a conta é a população. Sugiro a utilização do brasão, que criaria uma identidade com o município e evitaria esses gastos, os quais poderiam ser investidos em áreas como saúde e educação", explica Nehemias.
A prefeita Maria do Carmo foi procurada, através de sua assessoria de imprensa, para apresentar sua opinião sobre o assunto, mas, de acordo com nota enviada pelo órgão, a prefeitura não vai se manifestar sobre a questão "em respeito à independência do Legislativo", já que o "projeto ainda está em tramitação nas comissões temáticas da Câmara e sequer foi votado".
HISTÓRIA
Tanto o brasão, como a bandeira e o hino de Betim foram criados em 1987, de acordo com a Lei 1.771, de 29 de maio, na gestão do então prefeito, Tarcísio Braga, e lançados na inauguração da Casa da Cultura Josephina Bento. Segundo explica o ex-prefeito, na época foi aberto um concurso público para a criação dos símbolos municipais, seguindo prescrições legais, observadas a arte heráldica e a memória descritiva.
O artista responsável pela criação do brasão é Gilberto Moura Bernardes. Em escudo, Gilberto idealizou o brasão em metal nobre e o emoldurou em preto. O símbolo tem como destaque uma cruz estilizada, representando o cristianismo e a religião do povo local. O triângulo vermelho identifica Minas Gerais, e a engrenagem que o cerca significa a vocação industrial do município. O Cruzeiro do Sul é transposto da bandeira brasileira, localizando Betim no contexto nacional. O listel, na parte inferior da peça, mostra duas datas importantes na história do município: 1711 - o ano da concessão da Carta de Sesmaria a Joseph Rodrigues Betim, a quem foi atribuída a fundação da cidade - e 1938 - ano de emancipação político-administrativa do local.
Tarcísio Braga discorda que haja imperfeições no símbolo, pois, segundo ele, a criação obedeceu a critérios heráldicos. "O que acontece é que as impressões que são feitas do brasão acabam por desconfigurá-lo. Eu mesmo já o vi várias vezes modificado", diz. No entanto, Braga destaca a importância de se usar apenas um brasão pelo Legislativo e Executivo, o que não tem acontecido. O presidente da Câmara, Beto do Depósito, rebate, pois acredita que cada instituição deve ter o seu símbolo próprio, aquilo que o identifica. "Como o cidadão vai diferenciar qual Poder está atuando em determinada ação? O brasão tem esse papel."
Com relação ao projeto de Nehemias, ele concorda que o brasão seja usado em patrimônios e em materiais permanentes. Porém, em promoção institucional ele acredita que se deve utilizar a logomarca da administração. "É uma tradição que deve continuar. Acho natural que cada gestão imprima sua marca."
"Do ponto de vista da identidade visual, o brasão de Betim apresenta muitos erros. O maior deles é a ausência da coroa, cujas torres identificariam se o local é aldeia, vila ou cidade"

Wagner Costa - Heraldista e artista plástico


Símbolo retrata identidade do município e costumes do povo

Um brasão é composto pelo escudo - a peça mais importante - e pelos ornamentos exteriores, como a coroa mural. O lado direito do brasão, à esquerda de um observador, é chamado de destra, e o esquerdo, à direita do observador, denomina-se sinistra. A coroa mural é símbolo de soberania, representando a evolução política e administrativa do município. Se a coroa do brasão tem três torres o símbolo é de uma aldeia; se tem quatro, é de uma vila; e cinco revelam uma cidade. As torres devem ser em metal prata, com exceção da cidade-capital, cujo brasão mostra as torres em ouro. "Um exemplo importante que costumo dar é o de Ouro Preto, cujo brasão tem apenas três torres, em vez de cinco, e ainda na cor errada", conta o heraldista Wagner Costa.
Outra explicação do especialista diz respeito às cores. Segundo Wagner, em um brasão não se pode misturar metais (ouro e prata) nem esmaltes (goles/vermelho, bláu/azul, sinople/verde, sable/preto e púrpura). Ainda de acordo com o heraldista, um símbolo perfeito deve ser simétrico. "Você o dobra ao meio e suas partes ficam totalmente iguais, como a bandeira do Japão", lembra Costa.

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