Instituto Histórico IMPHIC - Betim

"Sapire ut protegas, Protegere ut conserues"

Nesse Topico serão postados entrevistas com os habitantes de Vianópolis

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Respostas a este tópico

Olá Charles, não sei se é o local exato mas aí vai.

Quando mudei-me para Vianópolis por volta do ano de 1972, e indo para Juatuba, pude constatar que existia uma igrejinha velha quase igual a que está ou foi reformada, onde se fazem as festas de Congado em Betim.

 

O local que cito onde ficava a igrejinha é chamado de Ponte Nova e atualmente Acampamento 2 de julho, do MST.

 

Na frente da igreja existia um cemitério, o quel me parece nada mais existe, apenas uma plantação de mandioca agora. Quando quiser posso levá-lo lá para pesquisarmos. Infelizmente, acredito que não exista mais nenhum traço da igreja e cemitério.

 

Porém mais ao fundo seguindo adentro na fazenda, podemos ver um velho casarão classico muito antigo mesmo, mas que segundo moradores, está quase desmoronando, e que nada está sendo feito para conservá-lo.

Até pouco tempo um dos assentados morava no local, mas teve de sair devido ao perigo da queda do telhado.

 

Abraços!

oi Alex

Conheço o local

A capela que você se refere é a mesma que Pe. Osório ia realizar missas. Ela ja foi demolida e o cemitério virou quintal de um Sem-Terra (acho isso um sacrilégio) e até quiabo eu vi plantado lá. Só restou um túmulo mais ou menos em pé.

A fazenda realmente está caindo e algo deveria ser feito, pois os membros do MST que lá estão como não tem nenhuma ligação histórica com a cidade não tem a mínima preocupação em manter ou conservar.

Acho que o que deveria ser feito é desapropriar a área do casarão  restaurar o imóvel e transformalo num centro da memória rural da cidade, como se fosse um museu temático da vida rural da cidade.

O que podemos fazer é pressionar o poder publico, monistério público para tomarem alguma atitude e uma vez protegido legalmente ai sim propor projetos via lei estadual, federal ou ongs internacionais.

Na vez que fui lá ver o casarão, o MST não nos recebe bem, chegamos a ser barrados na porteira. Por isso é que quem deve prover a proteção ao imóvel é quem detem autoridade para isso.

Seria necessário arguir a Funarbe e o Conselho do Patrimônio sobre que medidas de proteção foram propostas para esses bens uma vez que ano passado, se não me engano, a Funarbe fez o inventário da região. Ao fazer o inventário deve-se propor ações para a região inventariada.

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